#OCB e Apex firmam convíªnio para internacionalização do setor lácteo brasileiro

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Com o objetivo de fomentar a exportação de produtos lácteos brasileiros, a Agíªncia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) aprovou na manhã do dia 26/10 o projeto de internacionalização do setor lácteo brasileiro, que será capitaneado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Parte de uma ação trilateral que envolverá, também, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a parceria, que deverá ser oficializada nos próximos dias, começa a ser executada ainda no míªs de novembro e prevíª o aporte de cerca de R$ 2 milhões no perí­odo de dois anos para o desenvolvimento das ações.

De acordo com o analista de Ramos e Mercados da OCB, Gustavo Beduschi, a contrapartida prevista no projeto para as empresas/cooperativas participantes é de 15% desse valor, podendo ser executada por meio de ações simples. «A participação de representantes das cooperativas e empresas integrantes do projeto em eventos como feiras de exportação, por exemplo, caracterizam essa contrapartida», explicou.

Segundo Beduschi, é uma premissa da Apex a abertura do projeto a toda e qualquer empresa do setor lácteo brasileiro. Sendo assim, o projeto conta, desde já, com 11 entidades participantes, entre cooperativas e empresas mercantis. «E a expectativa é que o grupo cresça exponencialmente í  medida que o projeto for mostrando seus primeiros resultados», avalia o analista.

Num primeiro momento, foram elencados oito paí­ses-alvo para o projeto. São eles: Angola, Argélia, Arábia Saudita, Emirados írabes, Egito, China, Venezuela e Iraque. Uma das ações previstas no escopo é trazer formadores de opinião desses paí­ses (jornalistas, pesquisadores, empresários) para visitar e conhecer o mercado brasileiro. Outras ações envolvem, ainda, a prospecção de mercados e participação em eventos internacionais.

A matéria é da OCB

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Así lo expresó Domingo Possetto, secretario de la seccional Rafaela, quien además, afirmó que a los productores «habitualmente los ignoran los gobiernos». Además, reconoció la labor de los empresarios de las firmas locales y aseguró que están «esperanzados» con la negociación entre SanCor y Adecoagro.

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